O PSDB de Vitória e CPI das Desapropriações
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Aécio Neves: isenção de 3% a todos os setores produtivos
Em discurso no Senado no dia 23/11, o senador Aécio Neves defendeu isenção de 3% a todos os setores produtivos., Veja o que o senador disse:
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Câmara de Vitória ‘blinda’ Coser e abafa CPI das desapropriações
Câmara de Vitória ‘blinda’ Coser e abafa CPI das desapropriações
Juliana Freitas
Rádio CBN Vitória (93,5 FM)

Dermival também afirmou que encontrou o procurador-geral de Vitória na tarde desta terça na Prefeitura e que ele garantiu que marcará uma visita a Câmara até o dia 20 de dezembro. O documento com as assinaturas para a instauração da CPI das Desapropriações ficou com a vereadora Neuzinha e aguarda, sem data definida, apenas mais uma assinatura para que seja votado em plenário.
A maioria dos vereadores da Câmara Municipal de Vitória está decidida a evitar que as desapropriações realizadas pela prefeitura sejam investigadas pelo Legislativo municipal. Na tarde desta terça o requerimento do vereador Fabrício Gandini (PPS) solicitando a presença do procurador-geral da prefeitura, Jader Ferreira Guimarães, para prestar esclarecimentos sobre sobre a desapropriação de um terreno por R$ 7 milhões foi rejeitado por oito votos contra e quatro a favor.
Os vereadores Zezito Maio (PMDB ), Namyr Chequer (PCdoB ), Fábio Lube (PDT), Luisinho (PDT), Eliézer Tavares (PT ), Ademar Rocha (PTdoB ), Dermival Galvão (PMDB ) e Sérgio Sá (PSB) decidiram pela não convocação do procurador. Votaram pelo comparecimento à Câmara, os parlamentares Max da Mata (PSD), Fabrício Gandini (PPS), Neuza de Oliveira (PSDB) e Aloísio Varejão (PSDB).
Dois vereadores estavam ausentes da sessão, Serjão (PSB) e Esmael (PMDB). Já se colocando na posição de pré-candidato a Prefeitura de Vitória, Serjão justificou a ausência alegando que está de posse de vários documentos sobre a transação. “Agora vou avaliar o conteúdo. Não vejo necessidade de convocar o procurador para dar explicações”.
O vereador Eliézer Tavares, aliado do prefeito João Coser, frisou em plenário que a convocação não é necessária, pois um convite pode ser feito à prefeitura para que a situação seja esclarecida. “A prefeitura pode vir aqui espontaneamente”.
Com o placar negativo, o vereador Fabrício Gandini salientou que o resultado mostra a má vontade do poder Executivo em se explicar. “Esse é um dos motivos pra gente partir para uma ação mais incisiva, para uma CPI mesmo. Porque desde o início em que se falou dessa desapropriação nós temos buscado o Executivo para dar explicações. Em todas as esferas, tanto em relação a parte documental que a gente não recebe de forma alguma, e agora a convocação. Ficou claro o interesse do Executivo de não se explicar”, frisou o vereador.
Minoria, a oposição também não conseguiu se articular politicamente para conquistar o número mínimo de 5 assinaturas entre os 15 parlamentares da Capital para formalizar o pedido de abertura da CPI das Desapropriações. Somente os vereadores Max da Mata, Fabrício Gandini, Neuza de Oliveira e Aloísio Varejão assinaram o documento. Da Mata disse que essa CPI deveria ser o último recurso da Câmara em um procedimento investigativo, de fiscalização.
“A gente tentou seguir as etapas até para que não fossemos acusados de tratar a questão de um ponto de vista político-eleitoral. Existe um convite que eu protocolei nessa casa, pra que a procuradoria da prefeitura pudesse vir a Câmara de forma voluntária, e também existia a convocação do vereador Fabricio Gandini, que seria uma outra etapa se o convite não fosse respondido, e por último se essas demandas não fossem absorvidas, deveria ser a abertura da CPI”.
Nesta terça, o clima foi de confronto em plenário e nas galerias. Integrantes do PSDB jovem realizaram um protesto em frente à Câmara antes do início da sessão. Assim que os vereadores deram início as discussões o protesto tomou conta das galerias. A ideia era pressionar os parlamentares a assinarem o peido de CPI, destaca o presidente do PSDB jovem, Armando Fontoura.
“Nós estamos fazendo a manifestação a favor de uma CPI para essas desapropriações que ocorrem no município de Vitória. Nós do PSDB e companheiros da sociedade civil acreditamos que é hora da Câmara de Vereadores cumprir sua função constitucional e fiscalizar o Executivo. Por isso estamos clamando que os vereadores de Vitória tenham sensibilidade e assinem a CPI das desapropriações.
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Tucanos de Boa estirpe
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O erro de Haddad
HÉLIO SCHWARTSMAN
SÃO PAULO - Já está ficando repetitivo. Desde 2009, cada vez que o novo Enem fracassa, vejo-me compelido a escrever um texto defendendo a metodologia do exame das incúrias a que o MEC a expõe. Três crises em três tentativas de aplicação é de fato uma marca, mas, antes de decretar a falência do Inep ou exigir que 4 milhões de alunos refaçam suas provas, convém analisar o quadro desapaixonadamente.
O primeiro ponto a destacar é que a metodologia do exame, baseada na Teoria da Resposta ao Item (TRI), já se mostrou eficaz numa série de avaliações no Brasil e no exterior.
Desenvolvida a partir dos anos 50, a TRI possibilita testes sofisticados, que permitem comparar isonomicamente alunos submetidos a provas diferentes. Logo, é descabido o pedido do Ministério Público para anular a prova em todo o país. Se há suspeitas sobre um grupo, basta que esses alunos refaçam o teste.
Tanto a fraude de 2009 como os erros de 2010 e a ainda obscura história de 2011 poderiam ter sido evitados se o MEC tivesse aproveitado melhor as possibilidades da TRI.
Um dos problemas é o gigantismo da prova. Preparar um exame para 5,4 milhões é um pesadelo logístico. Seria mais razoável organizar várias sessões ao ano, como, aliás, ocorre com o SAT, o Enem dos EUA.
O mesmo vale para a segurança. Como as questões não têm de ser as mesmas para todos, o MEC poderia elaborar dezenas de modelos diferentes de prova. Se só há uma chance em 50 ou 60 de a fraude frutificar, violações deixam de ter valor.
Para implementar essas mudanças sem sustos, teria sido preciso formar um grande banco de questões, idealmente com centenas de milhares de itens. O Inep não teve tempo de acumular tantas perguntas pré-testadas por grupos de controle.
Retrospectivamente, dá para dizer que o erro de Fernando Haddad foi ter sido afobado. No afã de produzir fatos políticos para pendurar no currículo, atropelou a prudência.
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Um novo vereador

Luiz Paulo Vellozo Lucas
25/10/2011 – 20h25 – Atualizado em 25/10/2011 – 20h25
A Gazeta
Estamos chegando perto das eleições municipais e duas notícias se destacam: o aumento do número de vereadores e a candidatura de políticos de expressão nacional como César Maia e Fernando Gabeira à Câmara Municipal do Rio de Janeiro. A rejeição ao acréscimo do número de vereadores é muito forte e suplanta fácil a argumentação de que o gasto com a Câmara pode não aumentar. A presença de estrelas da política disputando mandato de vereador influencia o debate sobre poder local. Tomara que assim seja! Mas, afinal, para que servem mesmo os vereadores?
No mundo real da política, longe do noticiário, formam-se as chapas para disputar um mandato de vereador. Os candidatos, com pouca ou nenhuma chance, são disputados “a tapa” pelos partidos. Os grupos políticos que estão no poder controlam vários partidos e organizam coligações para manipular a eleição e são quase imbatíveis na atração de candidatos. Muito disputados, eles são atraídos por quem possa lhes oferecer melhores condições ou vantagens, não por afinidade programática.
Em 2008, em Vitória, disputaram a eleição 161 candidatos em oito chapas, sendo quatro da situação. Os votos dos 15 eleitos somam apenas 31,5% do total de votos válidos. 68,5% dos eleitores da Capital não possuem representante na Câmara. Você acha que esse sistema tem que mudar? Nós também achamos!
O PSDB defende a implantação imediata do voto distrital para vereador. A cidade seria dividida em distritos eleitorais, e em cada um seria eleito o candidato mais votado. Os partidos escolhem em convenção quem vai disputar a eleição pelo partido em cada distrito.
Os vereadores eleitos pelo voto distrital seriam verdadeiros “prefeitinhos” do seu distrito e compartilhariam a tarefa de governar a cidade com o prefeito. A Câmara cumpriria o papel de conselho de administração da cidade, ampliando e dando um sentido coletivo e solidário à autoridade do prefeito.
A divisão entre executivo e legislativo não faz nenhum sentido no plano municipal. Além de aprovar atos normativos, julgar as contas do prefeito, ter poder de afastá-lo do cargo e de fazer CPIs, as Câmaras deveriam também poder ajudar a governar. É assim em muitos países.
A experiência internacional nos mostra que o poder local se organiza através de órgãos colegiados, como a nossa Câmara de Vereadores. A diferença é que eles são o governo da cidade junto com o prefeito. Um conselho de gestão, deliberativo, como nos condomínios dos prédios, como nas grandes empresas.
Bons prefeitos e bons vereadores podem começar já a trabalhar assim.
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Notícias de Vitória
2012 está logo ali, os oito anos de João Coser vão chegando ao fim e a promessa de despoluição da Praia de Camburi, feita para o primeiro mandato – lembra, prefeito? – ainda é um capítulo sem fim. Limpar o mar era só um dos pontos daquele plano de 2004, composto de sonhos maiores, como o metrô de superfície. Mas o eleitor tinha grandes motivos para acreditar.
Todas as circunstâncias eram favoráveis a Coser, a começar pelas alianças políticas. Havia parceiros no governo do Estado e na Presidência. Na Câmara, um vereador do partido assumiu o comando.
Dinheiro também não era problema. Àquela época, Vitória vinha de três administrações consideradas bem-sucedidas e já abocanhava mais de 20% do ICMS das 78 prefeituras.
Os anos se passaram, e as conjunções altamente favoráveis não mudaram. Foram arranhadas apenas pela crise econômica de 2008. O governo federal permaneceu nas mãos do PT, o estadual passou para outro aliado e os vereadores, bem alimentados por indicações e cargos no Executivo, continuaram cordeiros.
Com toda a tranquilidade, pode-se concluir que Coser não teve do que reclamar. Já a população… Nos últimos anos, muitas notícias de Vitória andaram na contramão desse ambiente positivo.
Deu aqui em A GAZETA, por exemplo, que a Capital está inchada. É a cidade que mais tem servidores comissionados, embora não seja a maior nem a mais populosa do Estado. Deu aqui também que o prefeito virou alvo de uma ação do Ministério Público, após comprar por R$ 7 milhões um terreno que a própria prefeitura havia doado a um empresário.
O jornal mostrou ainda atrasos e tropeços nas principais obras. O Mergulhão do cruzamento da Adalberto Simão Nader continuou mergulhado, enquanto o Tancredão afundou na demora e em pedidos de socorro financeiro ao Estado.
Feita, desmanchada, refeita, a Beira-Mar está ficando pelo caminho. A céu aberto, o esgoto encontra o mar no final da Praia de Camburi, que vai para outro verão sem os seus quiosques. Ah, o quiosque foi um capítulo à parte. Estaria custando mais de R$ 1 milhão, não fosse outra reportagem de A GAZETA.
Faltam 14 meses para o fim do mandato. Se não correr contra o tempo, o prefeito corre o risco de perder o bonde da história. Ou seria o metrô?
Eduardo Caliman é jornalista e escreve às quintas-feiras e aos domingos, nas férias do Verissimo
E-mail: ecaliman@redegazeta.com.br
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Nota oficial Liderança do PSDB
Brasília, 27 de setembro de 2011.
Com relação ao ocorrido na sessão do último dia 22/09/2011 da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC) envolvendo o correligionário e nobre deputado César Colnago (PSDB-ES), a Bancada do PSDB na Câmara dos Deputados reafirma seu apoio e estima ao parlamentar e ressalta sua exemplar atuação desde o início do mandato. Colnago se destaca como um dos deputados mais assíduos da Câmara, com 94,8% de presença nas sessões deliberativas em Plenário. Lamentavelmente, em momento algum sua assiduidade foi considerada nas reportagens que abordaram o episódio, que não registraram a ausência dos demais membros – fato digno de reprovação da sociedade que os elegeu para representá-la no Parlamento. Sua atitude parlamentar também se caracteriza pela apresentação de proposições atualmente em tramitação nas comissões da Câmara. Propostas que versam sobre temas fundamentais, como saúde, direitos de deficientes e idosos, extinção do voto secreto (para a qual solicitou inclusão para votação na pauta do dia 06/09/2011), combate e punição para exploradores de trabalho escravo e definição das competências da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, entre outras. Apesar disso e como forma de disciplinar uma incorreção do Regimento Interno da Câmara dos Deputados, o próprio deputado César Colnago protocolou Projeto de Resolução a ser incorporado às normas que regem seu funcionamento garantindo que a presença dos deputados seja essencial para o prosseguimento das reuniões deliberativas das Comissões. A Bancada do PSDB na Câmara dos Deputados não apenas apóia a iniciativa e endossa o ponto de vista do nobre colega como reforça sua importância para o partido e para o Parlamento brasileiro.
Liderança do PSDB na Câmara dos Deputados
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Xô Corrupção
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Reunião do Diretório de Vitória
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